Banca de QUALIFICAÇÃO: LUA CARLOS DE SOUZA

Uma banca de QUALIFICAÇÃO de DOUTORADO foi cadastrada pelo programa.
DISCENTE : LUA CARLOS DE SOUZA
DATA : 26/02/2026
HORA: 13:30
LOCAL: Faculdade de Ciências da Saúde
TÍTULO:

CARACTERIZAÇÃO CITOARQUITETÔNICA E NEUROQUÍMICA DO COMPLEXO AMIGDALOIDE DO SAGUI (callithrix jacchus)


PALAVRAS-CHAVES:

Amígdala; Callithrix jacchus; NADPH-diaforase; Neuropeptídeo Y; Colina-acetiltransferase.


PÁGINAS: 64
RESUMO:

INTRODUÇÃO: A amígdala, é uma estrutura situada no lobo temporal medial de seres humanos, saguis e outros animais. A amígdala é normalmente subdividida em campos corticais e vários núcleos interconectados, treze núcleos num total. Esses núcleos, apresentam ainda, diversas subdivisões com profundas conexões internucleares e intranucleares. A amígdala desempenha um papel crítico na integração de informações sensoriais e afetivas oriundas de regiões corticais e subcorticais. Com relação ao modelo experimental, o sagui (callithrix jacchus), é um primata neotropical, oriundo do nordeste brasileiro. Enquanto primata do novo mundo, alguns traços do sagui são mais semelhantes aos seres humanos do que mesmo a outras espécies de primatas. OBJETIVO: Nesse sentido, o objetivo do trabalho foi analisar a composição citoarquitetônica e neuroquímica do complexo amigdaloide do sagui, callithrix jacchus. MÉTODOS: Sete animais adultos jovens, obtidos do Núcleo de Primatologia da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), foram utilizados para a análise da amígdala. As lâminas, foram obtidas através de procedimentos de perfusão, extração dos encéfalos, microtomia, histoquímica para NADPH-diaforase e imunohistoquímica para colina-acetiltransferase (ChAT) e para o neuropeptídeo Y. As secções da amígdala foram examinadas com sistema de microscopia óptica de alta resolução no laboratório de neurologia experimental da Universidade do Estado do Rios Grande do Norte (UERN) e analisadas no intuito de delimitar os núcleos, classificar as células com base na intensidade de cloração e descrever, com base em critérios anatômicos os neurônios e fibras nervosas presentes nesta região. RESULTADOS: A coloração apresentada pela histoquímica contra NADPH-diaforase, assim como, pela imuno-histoquímica para ChAT e o neuropeptídeo Y, foram essenciais para descrever os principais núcleos da amígdala. Além disso, essas técnicas também revelaram corpos celulares imunopositivos, dendritos e axônios. A histoquímica para NADPH-diaforase e a imuno-histoquímica para o neuropeptídeo Y, revelaram uma concentração maior de neurônios nos núcleos profundos, ou seja, núcleos lateral, basal, basal acessório e paralaminar. Já a imuno-histoquímica para a enzima ChAT, revelou corpos celulares, dendritos e axônios apenas no núcleo central. CONCLUSÃO: As técnicas utilizadas, permitiram a caracterização anatômica da amígdala. No entanto, levando em consideração a substância química analisada, existem diferenças importantes relacionadas com a localização destes neurônios nos diversos núcleos analisados.


MEMBROS DA BANCA:
Externa ao Programa - ***.956.874-** - KARINA MAIA PAIVA - UERN
Externa à Instituição - KIZZY MILLENN DE FREITAS MENDONÇA COSTA
Externa ao Programa - ***.722.094-** - NELYANE NAYARA MARTINS DE SANTANA - UERN
Notícia cadastrada em: 26/02/2026 11:36
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